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Vicente’17 do Silêncio dos Corvos, Animal Vicente

Travessa da Ermida, Belém
2 Setembro, 18h

18h
Inauguração
e lançamento do livro

19h
Vicente Branco
Performance

Vicente Branco tem 17 anos. Dança há cinco
como autodidata e há dois profissionalmente,
estando neste momento a estudar no
Balleteatro do Porto. Pratica Ballet,
Contemporâneo, Popping, Hip Hop e
Cunningham. Tem-se apresentado em
trabalhos audiovisuais de dança e espetáculos
com diversos corógrafos e companhias,
portuguesas e estrangeiras .

Dominik Lejman
Exposição / Ermida
Estados da matéria.
Double take.

Dominik Lejman valoriza o facto de se encontrar
basicamente dependente apenas de si
próprio para produzir as suas mensagens, as
quais ocorrem nas mais diversas situações.
Nascido na cidade báltica de Gdansk (em
1969), Dominik Lejman formou-se na
Academia de Belas Artes local e no Royal
College of Art em Londres. Constantemente
ativo também na Academia, alguns pontos
altos do percurso de Dominik Lejman foram
as várias exposições individuais durante os
anos 90 e 00. As suas mais importantes
exposições decorreram na Zachęta National
Gallery of Art em Varsóvia (2005, 2006, 2015),
no Osaka National Museum, no Japão (2008),
na Kunstlerhaus Bethanien em Berlim (2011)
e na Bienal de Arquitetura de Veneza (2004).
Vive em Berlim. (até 22 outubro)

Diogo Machado
(Add Fuel)
Intervenção urbana
Racional

Mesclando elementos tradicionais e contemporâneos,
as suas originais criações de base
vetorial e intervenções de rua com recurso ao
stencil revelam uma impressionante complexidade
e uma mestria na atenção ao detalhe.
Apresenta-se no Vicente uma proposta
baseada no trabalho desenvolvido à volta da
reinterpretação da azulejaria portuguesa
nomeadamente a de padrão, baseada na
estética (de adaptação formal e cromática) do
séc. XVII. Propõe-se uma reflexão sobre o
animal como ser e a sua ligação com o ser
humano, a tradição e a história. Add Fuel é
Diogo Machado (1980), artista e ilustrador
português. Ex-designer gráfico, a sua prática
artística recente tem-se concentrado em
reinterpretar e brincar com a linguagem
tradicional do azulejo, e em particular aquele
de origem portuguesa. Desde 2006 tem
exposto o seu trabalho em mostras individuais
e coletivas, assim como participado em
alguns dos principais eventos mundiais de
arte urbana. (até 30 abril 2018)

Entrada livre
A classificar pela CCE

CURADORIA: MÁRIO CAEIRO