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Chapéus na rua

O conceito deste festival é simples. O “busking” é o antiquíssimo ato de atuar em espaços públicos onde a presença ou entrada é livre e a remuneração dos artistas decorre das contribuições do público através do uso do chapéu. Os artistas recebem doações vindas diretamente do público como resultado das suas atuações, pelo que terão de o cativar e fascinar para garantir um bom chapéu. Durante três dias, as ruas do centro de Lisboa vão encher-se de artistas de circo, malabaristas, acrobatas, palhaços, marionetas, estátuas vivas, poesia improvisada, dança, teatro, performance, música e qualquer outra coisa que a imaginação possa adivinhar. O festival promove a arte de rua como uma peça estrutural da expressão artística urbana, quebrando com o paradigma do artista de rua como sinónimo de arte pobre, ultrapassando as paredes dos museus, das galerias e das grandes salas de espetáculos, para levar ao público uma forma de arte acima de tudo humana, próxima e surpreendente. Ficamos à espera de o ver por lá.