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Dias da Memória

Museu do Aljube
25 Abril 2017, 0h

10H00 – 18H00
Recolha de Testemunhos – Receção de Objetos 

A Luta pela Liberdade e pela Democracia é inseparável da recuperação do nosso passado-presente. Se tem memórias de resistência e do encarceramento, vividas por si ou por amigos e familiares, venha partilhá-las connosco no Museu do Aljube Resistência e Liberdade, que faz dois anos nos dia 25 de abril.

Confirme a sua presença para info@museudoaljube.pt / juditealvares@egeac.pt
Parceria: Instituto de História Contemporânea (FCSH-UNL)

10H30
Visita Guiada

No edifício onde funcionou a antiga prisão do Aljube, está patente uma mostra que aborda a ascensão e queda dos fascismos e disponibiliza uma breve história de Portugal entre 1890 e 1976, mostrando igualmente exemplos do que foi a censura sobre os meios de comunicação social e a produção livreira e discográfica durante a ditadura (1926-1974). Venha descobrir este Museu que retrata uma parte importante da história recente do país.

Inscrições: info@museudoaljube.pt/juditealvares@egeac.pt  | telefone: 21 581 85 36

11H30, 17H30 e 21H
Viva Portugal
de Malte Rauch
Pequeno Auditório do Piso 2

Exibição do documentário feito com imagens inéditas dos primeiros dias da Revolução. A sessão das 21h00 conta com a presença do realizador, Malte Rauch, e do comentador, Coronel Carlos Matos Gomes, capitão de Abril e o principal protagonista do filme.

17H
Meus Caros Amigos – Augusto Boal – Cartas Do Exílio
Inauguração da Exposição
com a participação de Maria do Céu Guerra e Teresa Porto

«Meus Caros Amigos – Augusto Boal Cartas do Exílio», que abre a porta para um olhar cruzado dos exílios de opositores às ditaduras, de um e de outro lado do Atlântico. No ano em que Lisboa é Capital Ibero Americana da Cultura, trazer Augusto Boal ao Aljube é lembrar a estadia em Lisboa de um dramaturgo de renome internacional, que fez escola pelos lugares de exílio onde se fixou (Buenos Aires, Lisboa, Paris), depois de ter sido torturado pela polícia brasileira, em 1971. Viveu em Lisboa entre 1976 e 1978, onde dirigiu o Teatro A Barraca, tendo deixado numerosos discípulos e uma memória viva de várias formas experimentais de teatro – teatro fórum, teatro-imagem, teatro do oprimido. Uma realização do Instituto Boal e do Museu do Aljube Resistência e Liberdade